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12/05/2021 13h51 - Atualizado em 22/07/2021 14h59

 

Entenda quais são as principais aplicações da Indústria 4.0

 

Não é por acaso que a Indústria 4.0 e o big data estão associados a uma nova revolução industrial. O avanço tecnológico sem precedentes dos últimos anos, combinado à possibilidade de integração cada vez mais concisa, graças à internet 5G, vai criar toda uma nova geração de processos industriais automatizados e inteligentes. 

Para isso, a Indústria 4.0 se baseia nos seguintes pilares:  

  • Big Data; 
  • Robôs autônomos; 
  • Cloud Computing; 
  • Internet of Things; 
  • Simulação virtual; 
  • Realidade aumentada; 
  • Cibersegurança. 

Hoje, vamos nos aprofundar no primeiro pilar, Big Data e Analytics. Continue a leitura e entenda como o Big Data pode fazer à diferença em processos industriais e favorecer a produtividade! 

O que é Big Data? 

Antes de falar do papel fundamental do Big Data na Indústria 4.0 é importante, primeiro, explicar esse conceito. 

Conceitualmente, o termo Big Data pode ser definido como: “conjunto amplo de dados, que, por essa razão, demandam ferramentas especiais para serem armazenados, organizados, analisados e transformados em informações úteis para insights e tomadas de decisão”. 

O Big Data trata, portanto, de grandes conjuntos de informações que, por seu volume, precisam de ferramentas poderosas de processamento para serem utilizadas adequadamente. Hoje, além de gerar seus próprios dados de rotina, empresas obtêm esses dados sobre seus públicos das mais diversas formas. 

Ao navegar por sites e redes sociais usando nossos smartphones, por exemplo, deixamos os rastros das informações que buscamos e informações pessoais, como sexo, idade, localização, preferências de consumo, etc. 

Assim, basicamente, os dados obtidos podem ser divididos entre:  

  • Social ― Gerados ativa e espontaneamente por pessoas nas redes sociais ou em pesquisas no Google e outros mecanismos de busca; 
  • Enterprise ― Gerados em sistemas de controle e gestão de empresas; 
  • Personal ― Informações sobre ambiente e padrões de comportamento, como horários, locomoção, ambientes visitados, etc., gerados por dispositivos conectados à internet 

A coleta dessas informações forma grandes conjuntos de dados, extremamente úteis para pesquisas de mercado e segmentação de público. Hoje, existem até mesmo empresas que lucram ao vender esse tipo de conjunto de dados com informações sobre milhares ou milhões de pessoas. 

Para ser aproveitado ao máximo, o uso de Big Data deve seguir, idealmente, cinco princípios:  

  • Volume ― Quantidade de informações; 
  • Velocidade ― Frequência de produção das informações; 
  • Variedade ― Pluralidade de fontes de informação; 
  • Veracidade ―Informações verdadeiras e não contraditórias; 
  • Valor ― Custo-benefício das análises realizadas. 

Orientando o uso do Big Data a partir desses princípios, as empresas podem obter uma série de benefícios que abordaremos no próximo tópico! 

Os benefícios do Big Data 

Ao orientar sua produção e criar estratégias de marketing e vendas tendo como base o uso de Big Data, existem uma série de benefícios imediatos para as empresas. A seguir, destacamos os mais importantes. 

Valor 

O investimento em tecnologia de Big Data representa um avanço da empresa em relação às tendências que farão a diferença para os negócios nos próximos anos. Dessa forma, cria-se um diferencial competitivo, que em médio e longo prazo leva a uma maior valorização da empresa. 

Produtividade 

O uso de grandes conjuntos de dados integrados às plataformas de gestão elimina uma série de gargalos de informações, reduzindo erros e melhorando a dinâmica de trabalho. A integração inteligente entre plantas de fábrica e postos operacionais também permite que gestores identifiquem setores com menor produtividade. 

Resultados comerciais 

A coleta e análise de dados sobre comportamento e preferências de consumo é extremamente valiosa para que equipes de marketing e vendas identifiquem tendências e antecipem aos movimentos de consumidores. 

Relacionamento com o cliente 

Os dados sobre comportamento e preferências do seu público também é muito útil para a construção da imagem da empresa e e construção de relacionamento a longo prazo com os consumidores. 

Gerenciamento de riscos 

O acesso e monitoramento das informações permite que os gestores tenham uma maior previsibilidade dos cenários de mercado e, também, uma visão mais ampla e detalhada dos processos produtivos da empresa. Dessa forma, os riscos operacionais podem ser melhor gerenciados. 

O Big Data na Indústria 4.0 

Na Indústria 4.0, o uso do Big Data tem uma conotação mais específica do que simplesmente a busca por dados sobre os públicos da empresa e adquire uma importância ainda maior, pois informações de toda a planta industrial devem estar integradas em uma plataforma. Essa plataforma deve ser responsável por organizar, analisar e interpretar os dados, gerando relatórios sobre segurança, produtividade e previsões. 

Dessa forma, em plantas industriais, o papel do Big Data se dá, principalmente nas tomadas de decisões, no aprendizado de máquinas e no prognóstico de informações sensíveis aos projetos e à segurança operacional. 

Tomadas de decisões 

No que diz respeito à tomada de decisões, as informações da planta industrial são analisadas e relatadas aos gestores, que, com isso, têm visão mais ampla e detalhada de toda a cadeia produtiva, bem como de seus gargalos e deficiências. 

Aprendizado de máquinas 

Com base nas informações disponibilizadas pelo Big Data, e através do chamado machine learning (aprendizado de máquinas) a programação das máquinas é aperfeiçoada, favorecendo a produtividade. 

Prognósticos 

Já os prognósticos tratam das informações analisadas e o comportamento causal das variáveis envolvidas nos processos produtivos, gerando previsões de cenários e comportamentos esperados, favorecendo assim a viabilidade, prazo e segurança dos projetos. 

Com essas funções bem definidas, pode-se esperar alguns benefícios particulares do uso de Big Data na Indústria 4.0, como:  

  • Menos paradas na produção; 
  • Manutenções preditivas mais precisas; 
  • Acesso mais rápido e eficiente às informações; 
  • Redução no número de operadores necessários; 
  • Otimização de custos operacionais. 

Por fim, não podemos deixar de destacar que o Big Data no contexto da Indústria 4.0 depende em grande medida dos outros pilares citados. Não é possível, por exemplo, adotar plataformas de Big Data em processos industriais sem a integração baseada em Internet of Things (Internet das Coisas) e Cloud Computing (Computação em Nuvem). 

Assim, nos próximos anos, podemos esperar que empresas que hoje investem nas tecnologias que formam os pilares da Indústria 4.0 despontem como referência nos seus segmentos de mercado. 

E, se você tem alguma dúvida sobre as funções desempenhadas pelo Big Data, ou quer compartilhar sua experiência na área, deixe seu comentário e ajude a deixar esse conteúdo ainda mais completo!