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03/03/2022 09h48 - Atualizado em 17/03/2022 16h56

O planejamento estratégico é fundamental para elevar a qualidade da gestão de seu negócio. Por meio dessa ferramenta, é possível dimensionar todas as ações implementadas nas diferentes interfaces de uma empresa, como logística, vendas, financeira e marketing.

Nesse sentido, não podemos nos esquecer que um erro comum de muitos gestores é simplesmente reagir aos movimentos do mercado, atuando de forma meramente intuitiva. Isto é, muitos não sabem ao certo onde desejam chegar. Ou, quando sabem, não tem condições mobilizar os recursos necessários para atingir seus objetivos.

Para não incorrer nesses e outros erros, vale conferir este artigo com um panorama completo sobre planejamento estratégico e como potencializar os resultados desse tipo de iniciativa.

1. Planeje suas ações

O planejamento das ações é fundamental. Com um estudo de viabilidade econômica, por exemplo, você e seus eventuais parceiros identificarão a possibilidade de retorno financeiro de uma ideia negócio ou de uma empresa já constituída. Em outras palavras, é possível saber se haverá o retorno do capital investido.

Com um bom planejamento financeiro, por sua vez, você deverá estipular metas de faturamento, organizar rotinas administrativas e estabelecer mecanismos de controle.

Nesta sessão, vamos tratar desses dois tópicos de suma importância no contexto do planejamento estratégico.

 

1.1. Estudo de viabilidade econômica

O estudo de viabilidade econômica permite dizer se um projeto é ou não realizável. Essa é uma ferramenta capaz de identificar a rentabilidade de um negócio a partir da projeção de cenários em determinado mercado, considerando as principais variáveis que o cercam. O processo se divide em 4 etapas:

 

1.1.1. Projeção de receitas

A capacidade de geração de receitas do seu negócio deve ser o primeiro ponto na elaboração de um estudo de viabilidade econômica. Para isso, é muito importante conhecer o mercado em que você atuará para não incorrer no erro de elaborar projeções irreais.

Nessas previsões, nunca considere que sua capacidade máxima de gerar receitas será alcançada já nos primeiros meses. Estipule como máximo para esses períodos iniciais algo em torno de 50% de seu teto de receitas.

 

1.1.2. Projeção de despesas

A projeção de despesas deve caminhar com a projeção de receitas. Imagine que a aquisição de um maquinário, por exemplo, poderá elevar seu faturamento, mas também tende a aumentar suas despesas. Por isso, compatibilize gastos com aluguéis, equipamentos, insumos e folha de pagamentos com a sua capacidade de gerar receitas.

 

1.1.3. Elaboração do fluxo de caixa

O fluxo de caixa de um negócio é conhecido a partir da diferença entre receitas e despesas em um dado período de referência, que pode ser mensal. Veja o gráfico a seguir que exemplifica melhor o que desejamos demonstrar.

 

Em nosso exemplo, temos uma empresa que fechou todos os meses do ano com certa “folga” em seu fluxo de caixa. Essa é uma operação chamada de superavitária na administração financeira.

Ao mesmo tempo, um negócio cujas despesas sejam superiores às receitas durante alguns meses nem sempre é economicamente inviável. Tenha em vista que, no início das operações de uma empresa, as expectativas podem ser exatamente essas. A conclusão pela viabilidade ou inviabilidade deve ser conhecida a partir de uma análise de todas as interfaces do estudo.

 

1.1.4. Análise de indicadores

Alguns indicadores também ajudam a reconhecer a viabilidade econômica de um negócio. Confira quais são eles:

 

1.1.4.1. Taxa Mínima de Atratividade — TMA

O indicador corresponde a quanto um investidor que aporta recursos em um negócio pretende ganhar em determinado período. Geralmente, esse indicador está associado à Selic, que é a taxa básica de juros da economia, que costuma remunerar os investimentos em renda fixa.

Caso o TMA seja consideravelmente superior à Selic, podemos considerar que o investimento no negócio é atrativo. Isso acontece porque a taxa básica de juros representa a remuneração de uma aplicação financeira sem riscos. Portanto, demonstra o nível de segurança da ideia de negócio.

 

1.1.4.2. Valor Presente Líquido — VPL

O Valor Presente Líquido é a soma do saldo de fluxo de caixa de determinado período de referência descontada a TMA. A apuração desse indicador responde à seguinte pergunta, em termos de viabilidade econômica de uma ideia de negócio: “se depois de vários meses eu descontar do saldo de meu fluxo de caixa a remuneração de investidores, quanto resta para reinvestir no próprio negócio?”. Naturalmente, quanto maior o VPL, mais viável economicamente é a empresa analisada.

1.2. Planejamento Financeiro

Depois de conhecer a viabilidade econômica de um negócio, é hora de se dedicar ao planejamento financeiro. Você deve começar por questões básicas, como nunca misturar suas contas pessoais com as da pessoa jurídica, erro muito comum quando se trata de micro e pequenas empresas.

Partindo dessa noção preliminar, organize as principais rotinas administrativas que envolvem algum aspecto financeiro, como controle de estoque, fluxo de caixa, conciliação de pagamentos, entre outras atividades. Para evitar se perder em meio a tantas obrigações, o ideal é contar com um bom sistema de gestão de informações. Afinal, o controle por planilhas está sempre sujeito a erros de lançamentos e imprecisões.

1.3. Protótipo de seu negócio

O trabalho de prototipagem é algo consagrado pela cultura das startups. Esse novo jeito de fazer gestão empresarial parte do princípio de que nada substitui a prática. Assim, antes de investir em ações de planejamento, é necessário testar alguma fase da operação de uma empresa.

Esse tipo de experiência seria muito mais enriquecedora em termos de aprendizado que qualquer plano de negócios com centenas de páginas. Mas como como isso aconteceria na prática?

Imagine uma versão inicial de lançamento de um produto ou serviço, tal qual um protótipo. Essa versão ainda inacabada da solução oferecida pela empresa pode ser apresentada ao mercado consumidor em caráter de teste. Com isso, é possível identificar qual a sua aceitação e eventuais problemas operacionais, que poderão ser corregidos no planejamento e execução da versão final desse produto ou serviço.

O protótipo, naturalmente, não traz as mesmas características de algo pronto e acabado, podendo conter erros. O objetivo é conhecer o desempenho de um negócio em operação, mesmo que de modo parcial.

Com esse tipo de teste — aplicável para vários produtos e diferentes fases de implementação do serviço de uma empresa —, é possível identificar riscos e oportunidades que nenhum planejamento ajudaria a prever.

Pense, a título de exemplo, em quantas empresas já empreenderam grandes esforços de planejamento para, então, iniciar a operação da empresa e só depois perceberam que as coisas não sairiam como o esperado. Na prática, isso se traduz em perdas financeiras significativas.

Em casos como esse, o trabalho de prototipagem evitaria quase que integralmente os problemas enfrentados, pois a fase de testes facilitaria a identificação de problemas considerados graves.

 

2. Desenvolvendo atitude empreendedora

Já falamos das principais ações de planejamento e sobre como testar o desempenho de seu negócio por meio do trabalho de prototipagem. Vamos mostrar agora como reconhecer e praticar algumas atitudes empreendedoras para transformar potencializar os resultados do planejamento estratégico.

 

2.1. Parta de ideias simples

Todo mundo já conheceu ou ouviu falar de um empreendedor que não sabe explicar muito bem o funcionamento do próprio negócio.

Ao ser perguntado sobre as minúcias de alguns processos, essas pessoas optam por respostas evasivas ou nem sequer respondem ao que foi questionado. Não seja esse tipo de empreendedor! Ao tomar a frente de seu projeto, saiba exatamente aonde deseja chegar e como.

Nesse sentido, vale destacar que um dos grandes erros de quem deseja empreender é pensar em ideias de negócio extremamente elaboradas, com várias interfaces, mas que enfrentam algumas limitações de recurso.

Quem está nessa posição deve trabalhar com o máximo de simplicidade possível. A proposta é estruturar modelos de negócios realizáveis no contexto de mercado em que a empresa está inserida.

2.2. Compartilhe experiências

Mais do que vivenciar experiências, é preciso compartilhá-las com quem atua no mesmo mercado ou empreende em outras áreas. Esse é um hábito bastante interessante, pois as trocas estabelecidas costumas ser inspiradoras, além de proporcionar contatos estratégicos com pessoas e empresas que podem se tornar futuros parceiros.

2.3. Crie experimentos para validar suas ideias

Reforçamos esse ponto devido à sua importância. Essa é a maneira mais assertiva de mostrar sua ideia para possíveis clientes e, com isso, receber feedbacks para otimizar as soluções oferecidas pela sua empresa, aumentando suas chances de sucesso na hora de entrar no mercado para valer e colocar em prática seu planejamento estratégico.

 

3. A capacidade de inovação como forma de potencializar o planejamento estratégico

É muito difícil falar da importância de inovar sem cair em alguns clichês. Para não corrermos esse risco, reunimos em três pontos bastante objetivos algumas dicas para ser inovador em seus negócios. Confira!

3.1. Analise seus concorrentes para se diferenciar

Inovar requer uma análise de concorrentes, atitude que sempre será relevante. Por isso, esteja em constante monitoramento das ações de outras empresas consideradas referência no setor para realizar um processo de benchmarking — identificação das melhores práticas de gestão em um segmento de mercado.

3.2. Consuma conteúdo especializado

Esteja em constante esforço de qualificação para implementar práticas inovadoras na elaboração de seu planejamento estratégico. Para quem vive uma rotina corrida, com muitas horas de trabalho e deslocamento, vale consumir conteúdo especializado em gestão empresarial ou voltado para o seu segmento de negócio. Cursos EaD de curta duração, podcasts, webinars, além de publicações de agências de notícias, entre outros tipos de conteúdo, são boas fontes de informação.

3.3. Foque nas dores de seus clientes

Manter o foco nas dores e nas demandas de seus clientes é mais uma forma de construir soluções inovadoras. À medida que você estabelece constantes trocas com as pessoas, é possível se informar sobre a qualidade do que é entregue e promover adequações sempre que necessário.

 

4. Entenda a importância de se investir em tecnologia

O planejamento estratégico demanda mobilização de um grande volume de informações sobre as diferentes interfaces de um negócio. Afinal, é impossível, ou pelo menos imprudente, planejar ações sem o devido conhecimento sobre a realidade da empresa, não é mesmo?

Um diagnóstico financeiro, por exemplo, exige uma análise apurada de demonstrativos contábeis de um determinado período de referência e do acompanhamento de indicadores de gestão. O mesmo vale para o redesenho de um processo logístico identificado como ineficiente. Para dimensionar o problema e apontar possíveis soluções, será necessário compilar dados sobre as atividades em curso e mensurar a performance de cada etapa.

Para gerenciar essa e outras demandas, é indispensável contar com um sistema de informações assertivo, capaz de ajudar os gestores a conhecer um panorama real sobre o negócio.

O SAP Business One, por exemplo, é uma solução que captura informações essenciais de diversos setores de uma empresa, como contabilidade, estoque e gestão de vendas e as disponibiliza rapidamente para todos os gestores. Dessa forma, o software simplifica vários processos e permite que a empresa erradique o uso de diversos sistemas e planilhas de controle.

Para saber mais sobre essa solução incrível, acesse nosso site entenda como o Sap Business One pode ser um verdadeiro aliado de seu negócio.